quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ensino profissional atrai 30 mil jovens

Movidos pelo sonho de conquistar o diploma técnico de nível médio, a rotina e o futuro de 30 mil estudantes de Minas começou a mudar. Os jovens arregaçam as mangas e enfrentam uma pesada rotina de estudos teóricos e experiência prática. Com o início das aulas nas novas turmas do Programa de Educação Profissional (PEP), jovens com idade entre 18 e 24 anos – alunos do ensino médio de escolas públicas ou que já concluíram os estudos – dão os primeiros passos rumo à formação para o mercado de trabalho.

Esta é a quinta edição do projeto que este ano, veio com a oferta de 83 cursos profissionalizantes gratuitos e com muitas novidades, como o primeiro convênio com uma universidade em Belo Horizonte e a parceria com grandes empresas. O Centro Universitário Newton Paiva é a primeira universidade de BH a aderir ao programa e, este ano, vai oferecer 2.270 vagas em 14 cursos, como secretariado, hospedagem, saúde bucal, análises clínicas, publicidade e nutrição. Esta é uma oportunidade para aqueles que não têm condições de pagar um curso técnico, mas que agora têm a chance de melhorar o currículo.

Para participar do programa, os jovens precisam ter entre 18 e 24 anos, serem alunos do 2º ou 3º anos do ensino médio de escolas estaduais, estarem matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) na modalidade presencial ou terem concluído o nível médio em qualquer rede de ensino. Os candidatos fazem provas de seleção aplicadas pela secretaria. A grande novidade é assinatura de um convênio com a Vale que vai investir R$ 100 milhões e ajudar a criar 30,9 mil vagas em cursos técnicos em 11 áreas do conhecimento voltadas para a demanda de mercado da empresa. Em contrapartida, o estado vai aplicar mais R$ 43 milhões na consolidação desses cursos.

U2 encerra turnê 360º no Brasil

Brasil

A banda irlandesa U2 encerrou na noite desta quarta-feira (13) a última das três apresentações da turnê 360º no Brasil. A apresentação começou com "Even better than the real thing", do álbum "Achtung baby", de 1991, seguida por "I will follow", de "Boy", disco de estreia da banda, de 1980.
Ao final do espetáculo, o vocalista Bono voltou a lembrar as crianças mortas no massacre da escola de Realengo, na semana passada. A homenagem, que já havia sido feita, foi na faixa "Moment of surrender", de "No line on the horizon", disco de 2009 que deu origem à turnê atual.

Em diversos momentos da noite, Bono tentou conversar em português com os fãs. Na primeira, misturou com o espanhol e saudou: "Todo bien? São Paulo não pode parar!", aproveitando para agradecer a companhia da banda de abertura Muse na etapa sul-americana da turnê.
Bono também elogiou os brasileiros: "No Brasil, e na América do Sul, somos nós é que vimos aqui para escutar e ver vocês. Geralmente nós cantamos para o público. Mas, aqui, são vocês que cantam para gente." Quando a banda emendou "I still haven't found what I'm looking for", o público retribuiu cantando em coro.


Rumo ao final do show, antes de "Where the streets have no name", Bono citou uma frase usada na propaganda do governo Lula: "Sou brasileiro e não desisto nunca".
O repertório do show teve ainda as faixas "In the name of love", "Beautiful day", "One", "Vertigo" e "Zooropa" - esta última nunca tinha sido tocada na íntegra pela banda ao vivo. "Get on your boots" foi dedicada ao jogador Ronaldo. A apresentação encerrou com “Hold me, thrill me, kiss me, kill me”, "With or without you" e "Moments of surrender".


Não percam nesta sexta (15), às 20h, um bate papo super legal no nosso chat com os integrantes da banda irlandesa U2, que permanecem no Brasil, até domingo (17).



O que você achou da passagem do U2 no Brasil com sua turnê 360º.